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Somos chamados para ser o sal da terra

Graça, Paz e Alegria!


Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? Para nada mais presta, senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. - Mateus 5.13

Você já teve a experiência, acredito, de comer uma comida muito salgada? O exagero no sal pode causar inclusive problemas de saúde para algumas pessoas. E uma comida completamente sem sal? Olha... Eu, pessoalmente, cozinho. E não sou nenhum curioso apenas. Sei fazer algumas coisas e entendo um pouco dessa questão de tempero. Prefiro com menos sal. Mas isso não faz com que minha comida fique ruim! Pessoas que sofrem com pressão baixa já elogiaram o que cozinhei que, apesar de com pouco sal, ainda tinha muito sabor por conta de cebola, alho, pimentão e por aí vai, deixando a comida saborosa e sem a necessidade de mais sal.

Mas esta mensagem não se trata de uma coluna de receitas! Estamos meditando sobre o chamado de Jesus para sermos o sal da terra. Para darmos o sabor na medida certa. Jesus apenas citou a questão do sal perder o sabor. É pior do que salgar pouco ou muito: é não salgar nada! O erro em colocar muito ou pouco pode ser creditado a quem cozinha, mas se o sal não tiver sabor, de nada vai adiantar colocar muito ou pouco.

Como sal da terra devemos dar sabor. O Senhor que irá nos usar como sal estará na posição do cozinheiro e se nos dispusermos nas mãos Dele, o sal que seremos (direcionados pelo Espírito Santo) será saboroso aqui na terra, pois Ele irá colocar na medida certa. Se tentarmos ser mais sal ou colocar mais do que o devido, estaremos assumindo uma posição que não é nossa.

Deixe o Espírito Santo transformar você em sal realmente. Busque a vontade do Senhor. E depois, se apresente para realizar o trabalho. Mas deixe o Senhor agir em você e através de você. Não tente fazer as coisas por conta própria! Não é porque é certo que devemos fazer. O errado não devemos fazer! Mas o certo, faremos de acordo com a vontade do Senhor. Pois Ele é o cozinheiro que nos usará como sal para temperar a terra. Já pensou se o sal pulasse do saleiro e entrasse sozinho na comida porque achou que estava pouco salgado o alimento?

Logo, não devemos fazer por nossa própria vontade ou força. Mas por direção, aprovação e manutenção do Senhor. Devemos deixar o Senhor nos transformar em sal para que Ele possa temperar a terra com nossa atuação debaixo da vontade Dele. E se prepare: você fará muitas coisas. Não é porque não é você quem decide que você ficará de braços cruzados! Devemos deixar o Senhor nos tocar sobre o que fazer, sempre. E na medida certa, debaixo da vontade e orientação Dele, realizar a obra. Vamos trabalhar mais e melhor na obra se nos preocuparmos em ser sal apenas e deixar o Senhor ser o cozinheiro a temperar. Ele nos dará o que fazer. Não teremos que procurar! Vamos fazer muitas coisas e teremos grandes experiências. Tanto pessoais quanto manifestando ao mundo o querer do Senhor.

Busque a vontade do Senhor. Ele não quer que apenas realizemos tarefas. Ele quer que O busquemos, aprendamos de Sua vontade e vivamos em santidade. Buscando o Reino em primeiro lugar. E as outras coisas serão acrescentadas. Se buscarmos ser sal, Ele nos usará para temperar adequadamente, porque teremos sabor (santidade) e estaremos prontos para realizar o querer Dele e não o nosso, o que sempre nos levará para o melhor. Ainda que pareça complicado ou estranho num primeiro momento, sempre estaremos caminhando para o melhor quando fizermos a vontade do Senhor. Afinal, aos olhos humanos poderia ser estranho e até errado que Jesus fosse para a morte. Mas por ter realizado a vontade do Pai, experimentou o melhor: ressuscitou, com Seu sangue fomos lavados do pecado e Ele tem um nome que está acima de todo nome. Por mais maluco que pudesse parecer aos olhos humanos, fazer a vontade de Deus era o melhor. E continua sendo! Creia!

Somos chamados para o trabalho missionário

Graça, Paz e Alegria!


"Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" - Mateus 28.18-20

"Cristianismo e missões. As duas idéias acham-se inseparavelmente ligadas. É interessante refletir onde estaria o cristianismo hoje sem o vibrante avanço missionário que manifestou-se depois do Pentecostes e continuou vivo durante os séculos seguintes. Ele seria talvez, como o zoroastrismo, uma religião obscura da antiguidade, estudada pelos eruditos, mas pouco conhecida além das fronteiras de sua terra. O cristianismo, porém, desde o seu início foi diferente de todas as outras religiões. A ordem de avançar, difundindo as boas novas, constituía o próprio núcleo da fé."


("... Até aos confins da terra." - Uma história biográfica das missões Cristãs, de Ruth A. Tucker, p.25)


Depende de mim, de você, de todos nós. E não podemos dizer que somente o/a outro/a que é chamado/a, pois somos todos/as chamados/as para a tarefa de evangelizar. Não é necessário ir a outros povos e nações para ser missionário/a. Podemos começar na rua de nossa casa, ou até mesmo dentro dela.

Mas existem os/as chamados/as para a missão de forma integral. E aí? É fácil reconhecer em outros/as o chamado. Mas, quando sou eu?

Esteja pronto/a a dizer sim para o Senhor. Aceite o chamado, se é que há a testificação com o Espírito do Senhor. E lembre-se que Ele está conosco, nos sustentando sempre, independente de missionários/as em outros lugares ou no lugar mais próximo.

Somos chamados para a santidade

Graça, Paz e Alegria!


Muitas vezes, nos preocupamos com grandes erros e até mesmo criamos padrões de moral para definir alguns erros que, nem sempre, são exatamente erros. Mas a preocupação em fazer o certo leva alguns a definirem certos padrões para evitar o erro e até mesmo coisas que poderiam estar certas são tidas por erradas para evitar o erro. Afinal, alguns definem, por exemplo, que assistir Televisão é errado, quando me parece que o erro é assistir a certos programas ou ter a programação em maior conta que a busca em oração, leitura da Palavra ou até mesmo ir na igreja. Mas para evitar erros, se define que assistir Televisão é errado! Não quero, com isso, dizer que é errado dizer que não pode ver Televisão! Apenas acho que essa "regra" não precisava ser tão rígida, mas quem segue, tem todo direito de fazer isso!

Agora, há erros que cometemos e que são deixados de lado. Parecem menores... Nem parecem erros...

Nos esquecemos que o Senhor não vê como no padrão humano onde há erros mais graves que outros. Para o Senhor, erro é erro; pecado é pecado! Por isso, somos chamados para a santidade desde as menores coisas até as maiores, pelo menos no padrão humano, pois diante do Senhor não há diferença entre erros! E temos que tomar cuidado, pois muitas vezes classificamos como errado algo que pode nem estar e temos como certo o que na verdade está errado! Assim, só buscando no Senhor teremos discernimento para entender cada uma das coisas e de fato podermos viver de tal modo que possamos dizer que somos cristãos. Ou devemos mudar de título ou de atitude! Não dá pra se dizer cristão e seguir o erro. E não apenas o que parece errado aos olhos humanos, mas o que de fato se nos apresenta como erro!

Para meditarmos sobre isso, quero apresentar abaixo um texto extraído do livro Avivamento Urgente, do Rev. Hernandes Dias Lopes, páginas 85 e 86:

Leonard Ravenhil, ardoroso escritor e pregador, disse que "a maior vergonha dos nossos dias é que a santidade que ensinamos é anulada pela impiedade do nosso viver".

Há um divórcio entre o que a igreja prega e o que a igreja vive. Há um hiato entre o sermão e a vida, entre a fé e as obras. Hoje os crentes não vivem o que pregam e pregam o que não praticam.

Certa feita, Alexandre, o Grande, passava em revista a sua tropa. Ele era severo com os seus soldados e nunca aceitava deles covardia. Ele era um homem guerreiro, valente e jamais recuou diante do inimigo no fragor da batalha. Era um conquistador inveterado, um expansionista sem limites. Quase todos os que passavam por ele, assentado em seu trono de pompa e glória, eram severamente castigados por seus delitos. Entretanto, aproximou-se um jovem simpático, meigo que logo conquistou a simpatia do rei. Então, Alexandre perguntou ao comandante: "Comandante, qual a acusação contra esse soldado?". Ele respondeu: "Majestade, ele foi apanhado fugindo do inimigo e escondendo-se em uma caverna". O rei enrubesceu a face e ficou irado. Ele não tolerava covardia. Mas, de novo, a compaixão e a simpatia voltaram ao coração do rei e ele demonstrou benignidade ao soldado e perguntou-lhe:

"Soldado, qual o seu nome?". O jovem, aliviado, respondeu-lhe: "Alexandre, senhor". Alexandre, num ímpeto de fúria saltou de sua cadeira, agarrou o soldado pelo peito, pegou-o com força ao chão e com o dedo em riste, disse-lhe: "Soldado, muda de nome ou muda de conduta".

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